segunda-feira, 4 de junho de 2012

Jogos Musicais - Jogos Baseados na Confiança



Em continuidade às postagens que abordam os jogos musicais baseados no livro 100 Jogos Musicais - Coleção Práticas Pedagógicas, traremos hoje os Jogos Baseados na Confiança.

São jogos que diferem substancialmente dos jogos anteriores. A qualidade essencial destes jogos é desenvolver o sentimento de autoconfiança a título individual, bem como no grupo. Reforçam igualmente o sentimento de ser aceito enquanto membro de um grupo. Assim, recomenda-se que estes jogos não sejam aplicados em grupos recém formados.

Características

  • Desenvolvem-se frequentemente sem recorrer à palavra, no lugar desta utilizar-se-á o som e movimento (ao evitar-se a fala, suprimem-se os obstáculos);
  • Na ausência do contato verbal, o contato corporal ocupa um lugar importante nestes jogos;
  • Muitos destes jogos são realizados dois a dois;
  • A princípio o grupo ou parte dele assume a responsabilidade de oferecer apoio a um jogador, desenvolvendo um sentimento de responsabilidade recíproca.
Os jogos

1. Quente - Um jogador de olhos vendados é incumbido de encontrar outro jogador recém escolhido e acomodado em um local definido pelo restante do grupo. Os outros membros do grupo tocam instrumentos variados e quando o jogador com olhos vendados se aproxima do membro a ser encontrado o grupo aumenta a intensidade dos instrumentos tocados, ao contrário, quando o jogador se encontra longe, a intensidade diminui. É importante definir antes a intensidade média, a fim de não haver confusões quanto ao Forte e Piano  (fraco). Também pode-se escolher uma pessoa que cuidará para que o jogador vendado não se choque com obstáculos.

2. De onde vem este som? O grupo é dividido em pares. Um membro de cada par fecha os olhos (ou é vendado). O outro guia o companheiro vendado pelo espaço em se encontram. Eventualmente o jogador que guia toca em objetos do espaço produzindo algum som com o objeto tocado. O jogador com olhos vendados deverá, a partir do som do objeto, dizer em qual parte do espaço se encontram. 
Obs: Antes de começar o jogo, todo o grupo pode observar os objetos contidos no espaço ( ou não..)

3.Guiado pelos instrumentos -  Neste jogo, apenas participam seis jogadores,os demais serão espectadores. Um jogador de olhos vendados deverá encontrar um jogador disposto em algum lugar do espaço. Para encontrá-lo, será guiado por quatro instrumentos, cada instrumento com um comando previamente combinado entre todos. Por exemplo:
Triângulo:  para frente
Tambor: para trás
Chocalho: à esquerda
Sino: à direita
Deve-se tocar um instrumento de cada vez. 

 Lembramos que os jogos citados são apenas sugestões, e podem ser adaptados e alterados conforme o objetivo e perfil do grupo. 
Apesar de simples, cada jogo acima envolve uma série de desafios, não só no que diz respeito à confiança, mas desafios motores e cognitivos importantes como equilíbrio, lateralidade, atenção e memória.

Bom trabalho!

sábado, 19 de maio de 2012

A Composição Musical no Processo Musicoterapêutico





De 22 a 25 de maio de 2012, ocorrerá o VIII Simpósio de Cognição e Artes Musicais - SIMCAM8, na cidade de Florianópolis, SC. O tema central do Simpósio é Cognição Musical: trajetórias e perspectivas.


Pela primeira vez vou  participar do evento apresentando o trabalho "A Composição musical no processo musicoterapêutico", escrito por mim e por minha irmã Roberta Soares de Barros Florencio, companheira de vários trabalhos.

No evento passado, (SIMCAM7, 2011), tive um trabalho aprovado e publicado nos anais: "Musicoterapia e Cognição: A importância do fazer musical para estímulo e manutenção das funções executivas de idosos institucionalizados", mas infelizmente não pude comparecer ao evento que foi em Brasília. Nesta edição irei com a família, e apresentarei o artigo no dia 24 (baixe a programação completa aqui).

Veja abaixo o resumo atualizado do artigo que será apresentado:



A composição musical no processo musicoterapêutico
Flávia Barros Nogueira, Roberta Soares de Barros Florencio

RESUMO

A proposta deste trabalho é abordar a relevância da composição musical para o processo musicoterapêutico. A composição musical, segundo Bruscia, é uma técnica utilizada com pacientes que necessitam de melhor organização e planejamento do poder de decisão, de desenvolver a capacidade de identificar e formular temas, aprender a ter compromissos, expor, documentar e comunicar seus pensamentos e sentimentos internos, tornando-os tangíveis. (BRUSCIA 1991 apud BARCELLOS 2004). Assim, a composição oferece um meio do cliente exteriorizar sentimentos e pensamentos muitas vezes reprimidos internamente. Além disso, no processo de composição os mecanismos cognitivos são amplamente estimulados, já que sua produção envolve raciocínio, atenção, memória, pensamento, imaginação, juízo e discurso coerente. Vale destacar que dentro de um processo musicoterapêutico não é necessário que o paciente ou cliente tenha qualquer conhecimento musical, neste caso o musicoterapeuta assume a responsabilidade dos aspectos mais técnicos do processo e tenta adequar à participação do paciente ou cliente de acordo com sua capacidade musical. (BRUSCIA 2000). Assim, este trabalho visa, através de uma abordagem metodológica que envolve um levantamento bibliográfico e breves relatos de casos, apresentar fundamentos que demonstrem os benefícios da composição musical em um processo musicoterapêutico. O levantamento bibliográfico contempla a discussão de publicações de livros e artigos de autores da musicoterapia brasileira e internacional, os quais contemplam, especialmente, a composição musical. Além de autores da musicoterapia, buscamos fontes literárias que abordam a temática da música e sua relação com a mente humana. Os pacientes que tiveram seus casos relatados no trabalho assinaram consentimento livre e esclarecido. Todos encontram-se em processo musicoterapêutico atendidos pelas autoras com diferenças de faixa etária, diagnóstico clínico e gênero, e ilustram os aspectos positivos da composição musical, já que através da composição, acreditamos que o musicoterapeuta pode trabalhar mecanismos importantes para a saúde do seu paciente ou cliente.



Na próxima postagem, confira como foi o evento.
Aguardem também a publicação do trabalho completo.

Maiores informações: http://www.abcogmus.org/simcam/index.php/simcam/simcam8

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Musicoterapia - Cursos e Eventos




A postagem de hoje divulga eventos específicos da musicoterapia que ocorrerão neste mês de maio e junho.

Sabemos o quanto é importante para qualquer bom profissional manter-se atualizado e bem informado, e na nossa profissão não é diferente.

Um musicoterapeuta que busca sempre se atualizar e adquirir novos conhecimentos e experiências, com certeza prestará um melhor atendimento aos seus pacientes e clientes  e, consequentemente, estará ajudando a profissão como um todo, já que os frutos de um bom trabalho são os melhores divulgadores. Por outro lado, maus profissionais podem colaborar para uma imagem negativa e as vezes até equivocada da nossa prática clínica.

Confira abaixo três eventos que ocorrerão em breve. 



Educação Musical e Musicoterapia
São Paulo - SP

Sinopse: A atual conversação entre música, inclusão, educação e terapia em nossa sociedade traz uma  nova demanda escolar e clínica, por um profissional com olhar e prática ampliados,  concretizado na figura do professor-(musico)terapeuta.
O objetivo deste curso introdutório é oferecer ferramentas para atuação do profissional que transita nesse campo.
Programação: Panorama teórico e atividades sonoro-musicais para trabalhar com crianças na primeira infância (0 a 6 anos).
Profissional: Luisiana França Passarini – Musicoterapeuta e Educadora Musical, coordenadora do Projeto Musicando – Música no Desenvolvimento Infantil,  pós-graduanda em Psicopatologia e Saúde Pública com enfoque na Criança e Adolescente – FSP_USP.
Data: 26 de maio
Horário: 14hs às 18hs (Cadastro às 13:30hs)
Público Alvo: Estudantes e profissionais da educação, educação musical, musicoterapia e áreas correlacionadas.
Inscrição: Enviar nome, profissão, contatos telefônicos e comprovante de depósito para cursos@centrobenenzon.com.br . 
Investimento: R$ 140,00
 Data limite para inscrição : 20 de maio
 Dados Bancários: Banco Bradesco/ AG: 1518 / CC:2525 - 9 / CPF:025.936.226.36 / Luisiana B. França
  


Curso Internacional 

“Sistematización de la práctica musicoterapéutica”
Porto Alegre - RS

Descrição do curso:
 As experiências musicais em musicoterapia oferecem uma quantidade de dados que muitas vezes excedem a escuta do musicoterapeuta. Poder realizar registros sistemáticos claros permite não apenas entender com clareza as experiências musicais, mas também possibilita ao musicoterapeuta poder transmitir essa informação de forma específica e clara a outros profissionais. O curso "sistematização da prática musicoterapêutica" oferece a possibilidade de conhecer as diversas formas de registro e análise de sessão, criadas pelo modelo MTD, conhecendo sua aplicação e utilização em áreas de saúde mental e medicina. A formação se realizará desde experiências práticas e análise de protocolos de avaliação de funções musicais, escalas de análise de experiências intra e intermusicais, elaboração de critérios de encaminhamento a musicoterapia e fichas de análise de sessões processuais e focais.

Objetivo do curso: Conhecer diferentes formas de registro e análise das experiências musicais em musicoterapia desenvolvidas pelo modelo MTD, que permitam poder levar a prática, ferramentas de fácil aplicação, as quais poderão ser utilizadas desde qualquer marco teórico.

Musicoterapeuta responsable: Lic. Karina Daniela Ferrari

  



IV Fórum de Musicoterapia - AMT - RS
Musicoterapia, Música e Cognição
São Leopoldo - RS

Para maiores informações e incrições,
acesse:


Programe-se e participe!

sábado, 21 de abril de 2012

Estresse Infantil e Musicoterapia





Estresse e a criança

Segundo pesquisas recentes, a incidência de estresse na população infantil tem se mostrado bastante elevada. A sociedade atual vivencia a era da globalização, na qual o fácil acesso a informação aliada à velocidade são realidades cotidianas.

Se por um lado tais fatores representam desenvolvimento e oportunidades, por outro geram fatores ambientais significantes na elevada taxa de estresse da população atual, inclusive, da população infantil. A criança, quando exposta a situações excitantes, coloca-se em estado de alerta, que provoca em seu organismo mudanças psicológicas, físicas e químicas. 

Todos vivenciam situações geradoras de tensão e estresse, as quais ameaçam a homeostasia, porém, a resposta de cada indivíduo à situação em questão é diferenciada. Enquanto alguns conseguem superar e adaptar-se a eventos estressores, outros não encontram o equilíbrio necessário para resolver a situação. 
 
 Musicoterapia e Estresse Infantil

A música, como parte do cotidiano da criança, estimula a criatividade, a imaginação e induz atividades motoras, afetiva, intelectual e oportuniza o brincar, o criar e o recriar através de seus elementos constitutivos: o ritmo, a melodia, a harmonia e o timbre. 

 Por meio do cantar, do produzir e escutar música a criança torna-se atuante e criadora de diferentes códigos sonoros, interage com o meio e com ela própria facilitando a comunicação e a expressão, promovendo a elevação da autoestima e a inter-relação entre os aspectos afetivos, cognitivos e fisiológicos. 

Neste contexto, a musicoterapia, ao utilizar-se da música,  atua como facilitadora do equilíbrio interno, para que a criança de hoje e o adulto de amanhã possa agir e atuar de modo mais eficaz e saudável no decorrer de sua vida.

Referência

NOGUEIRA, Flávia B., FLORENCIO, Roberta S. B. Utilização do Potencial da Música no Gerenciamento do Estresse Infantil. Anais do II Congresso Internacional da Saúde da Criança e Adolescente.  USP: São Paulo, 2010.


domingo, 1 de abril de 2012

Chamada para Submissão de Trabalhos para o XIV Simpósio Brasileiro de Musicoterapia e XII Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia



XIV Simpósio Brasileiro de Musicoterapia

XI Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia
“Musicoterapia: Ciência e a Pesquisa Contemporânea”.

12 a 14 de Outubro de 2012, Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
Olinda / Recife, PE

A Associação de Musicoterapia do Nordeste (AMTNE) e o Curso de Pós-graduação em Musicoterapia da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO), em parceria com a Associação Baiana de Musicoterapia (ASBAMT) e Associação de Musicoterapia do Piauí (AMT-PI) têm o prazer de convidar a todos os interessados em submeter trabalhos para a décima quarta edição do Simpósio Brasileiro de Musicoterapia e décima segunda edição do Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia (ENPEMT).

A realização destes dois importantes eventos nacionais em Recife foi decidida pela União Brasileira das Associações de Musicoterapia, com o intuito de fortalecer a difusão da musicoterapia na região Nordeste. Desejamos reunir tanto musicoterapeutas como profissionais e pesquisadores de diversas áreas, brasileiros e estrangeiros e já temos confirmada a presença do musicoterapeuta Dr. Prof. Thomas Wosch, pesquisador da Universidade de Ciências Aplicadas de Wuerzburg e Schweinfurt – Alemanha.

Para inscrição de trabalhos, recomenda-se ler atentamente as normas desta convocatória e a ficha de submissão de trabalhos, especificando se serão direcionados ao XIV Simpósio Brasileiro ou ao XII Encontro de Pesquisa em Musicoterapia e escolhendo uma das formas de apresentação.

Documento com as normas de submissão

Ficha de submissão

Para maiores informações acesse aqui o site do evento

sábado, 17 de março de 2012

Musicoterapia Vibroacústica




Hoje falaremos um pouco da musicoterapia vibroacústica, sua aplicação, efeitos, benefícios para a saúde humana  e também suas contra indicações.  

Os textos a seguir foram retirados de trabalhos do musicoterapeuta e maior referência no Brasil da musicoterapia vibroacústica Roger Carrer. 

Roger é músico, graduado em Musicoterapia pela Faculdade Paulista de Artes (SP - 2007), técnico em áudio pelo CDA, Conservatório Souza Lima (2003 - SP). Foi professor de Psicoacústica na Faculdade Paulista de Artes (SP - 2008), coordenador de musicoterapia do PEPA - Projeto Especial para Adolescentes e Adultos (2006-2010 - SP). Possui vários trabalhos publicados sobre  musicoterapia vibroacústica em eventos nacionais e internacionais.

Música e Vibrações
A música e as vibrações sonoras têm grande influência no ser humano, tanto do ponto de vista físico, por meio das ondas sonoras de baixa freqüência que penetram no corpo através da pele, quanto relativamente aos efeitos psíquicos provocados pelo repertório musical e pelas vibrações sonoras selecionadas para a aplicação das práticas musicoterapêuticas. 

A Terapia Vibroacústica e Musicoterapia

As primeiras pesquisas conhecidas e publicadas sobre a aplicação da terapia vibroacústica somada à música como método terapêutico foram realizadas em 1980 na Noruega. O método ficou conhecido como ‘banho musical’ e ‘massagem de sons de baixa freqüência’ (SKILLE, 1982 in: WIGRAM, 2007). Neste processo o corpo recebe um banho de música e vibração sonora. Durante os anos de 1981 e 1982 foram construídas e distribuídas várias unidades vibroacústicas para testes na Noruega.

Para Skille (1982), terapia vibroacústica é a “utilização de ondas sinusoidais, ondas de baixa freqüência e ondas de pressão sonora combinadas com música para uso terapêutico” .

A musicoterapia vibroacústica une ondas sonoras puras de baixa frequência e música, devidamente aplicadas por um musicoterapeuta através de uma “cadeira vibroacústica”

Efeitos da Terapia Vibroacústica

  • Efeitos relaxantes e espasmolíticos (redutores de espasmos);
  • Aumento da circulação sangüínea corporal;
  • Efeitos positivos no sistema vegetativo.


Aplicações
  • Dores abdominais
  • Ansiedade
  • Afasia (terapia vibroacústica combinada com fonoaudiologia)
  • Asma
  • Autismo (promove maior aproximação e contato corporal)
  • Dores nas costas
  • Pressão arterial
  • Insônia
  • Espasticidade (presente em diversas patologias)
  • Fibromialgia
  •  Fibrose cística
  • Cólicas Menstruais e Tensão pré-menstrual
  • Esclerose Múltipla (redução da rigidez)
  •  Parkinson (autonomia e memória)
  • Síndrome de Rett (redução na hiperventilação e tensão)
  •  Dores crônicas e reumáticas
  •  Depressão e Stress

Contra Indicações
  •  condição de inflamação aguda 
  • psicose
  • gravidez
  • hemorragia ou sangramento agudo
  • trombose
  • hipertensão
  • presença de marca-passo



Se quiser conhecer mais a musicoterapia vibroacústica, uma boa oportunidade para quem mora em São Paulo é a oficina que será ministrada pelo Roger Carrer no dia 14 de abril no espaço Essência Terapêutica: Av. Nova Independência, nº 651 , Brooklin Novo, SP.

Inscrições pelos telefones (11) 2825.9306 / (11) 9868.4891
e-mail: marceloperestrelo@hotmail.com
com Marcelo Perestrelo.
Valor R$ 80,00





Para saber mais acesse RogerCarrer.com , e tenha acesso aos  artigos completos. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Vamos Publicar?



A postagem de hoje faz um chamado aos musicoterapeutas brasileiros para escrever!

Duas revistas com conteúdo específico da musicoterapia estão com chamadas para submissões abertas: A Revista do NEPIM - Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia, que receberá até o dia 30 de abril de 2012, artigos para o volume 03, com lançamento em julho de 2012; e a nossa já conhecida   Revista Brasileira de Musicoterapia em seu décimo segundo volume, com prazo para o envio de trabalhos até15 de abril de 2012.

Nossa profissão está ganhando espaço e reconhecimento, e isso se deve ao trabalho sério dos vários profissionais musicoterapeutas que batalham, não apenas no trabalho clínico, atendendo seus clientes/pacientes com qualidade, mas também produzindo material bibliográfico fundamente nossa prática.

Por que publicar?


Alguns motivos para publicar um artigo:

  • Disseminar nosso trabalho
  • Provocar a discussão do nosso trabalho com os pares;
  • Progredir na carreira acadêmica/profissional;
  • Produzir material que fundamente nossa prática;
  • Publish or Perish! ( Publique ou Pereça!)
Além disso, quando escrevemos um artigo, somos levados a ler e pesquisar, aprofundando-nos mais no assunto escolhido, e isso com certeza nos torna profissionais melhores.

Lembramos que a Revista Brasileira de Musicoterapia neste início de ano, foi avaliada pelo sistema WEBQUALIS- CAPES e incluída na lista da área de Artes-Música com classificação B4, ou seja, esta é a primeira revista de Musicoterapia qualizada no país, o que representa muito para a qualidade das pesquisas na área.

O que isto significa?

Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela CAPES  (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) que confere uma classificação qualitativa a cada um dos periódicos. Quanto mais bem avaliado um determinado periódico, o artigo nele publicado tende a ser mais bem recepcionado pela comunidade acadêmica. 
A classificação de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por processo anual de atualização. Esses veículos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade - A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C - com peso zero.

Então, vamos publicar?

  • Revista do NEPIM - Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia 
Acesse aqui as normas de submissão e demais informações.


  • 12ª Revista Brasileira de Musicoterapia 
Acesse aqui as normas de submissão e demais informações.




Bom trabalho!




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