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Definição e História

O que é musicoterapia

A musicoterapia consiste numa modalidade terapêutica que se utiliza da música e seus elementos para propiciar um atendimento que visa melhorar a qualidade de vida do indivíduo através da prevenção, reabilitação e/ou tratamento.

Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia (1998), “Musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, aprendizagem, mobilização, expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do individuo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e consequentemente uma melhor qualidade de vida.” (BRUSCIA, 2000)
Cada vez mais requisitada nas instituições de saúde pública e privada, a musicoterapia foi inserida no Código Brasileiro de Ocupações - CBO,  na classe de Terapeutas ocupacionais e afins sob o Código 2239-15.


DESCRIÇÃO:

O profissional musicoterapeuta deve ser capaz de: Realizar tratamento musicoterapêutico por meio de vínculo sonoro-musical; fazer música com finalidade terapêutica; trabalhar com recursos sonoro-musicais; aplicar intervenções sonoro-musicais; efetuar leitura musicoterapêutica; analisar condições de pacientes / clientes / usuários; estabelecer diagnóstico musicoterapêutico de pacientes / clientes / usuários; orientar pacientes / clientes / usuários / responsáveis e exercer atividades administrativas.
Dados da Análise Ocupacional Dacum.
Para baixar tabela completa clique aqui. 


 BREVE HISTÓRIA DA MUSICOTERAPIA

Com a valorização do homem como um ser racional no período do renascimento, a doença mental deixou de ser considerada como um ‘mal’ de natureza sobrenatural e passou a ser tratada do ponto de vista a ciência. Entre as formas de tratamento, a música se impôs como um dos meios mais eficazes.
A partir do século XVIII, a música passou a ocupar um lugar na busca das terapias que tocassem o sensorial, e assim iniciaram-se as investigações sobre os efeitos fisiológicos da música.
Durante a Primeira Guerra Mundial a música foi utilizada nos hospitais dos Estados Unidos comprovando-se os efeitos relaxantes e sedativos produzidos pela audição musical. Na Segunda Guerra Mundial o uso da música é novamente empregado no tratamento dos soldados feridos e, na Argentina, devido uma epidemia de poliomielite, o uso da música em terapia estabeleceu-se. Esses fatos levaram à criação de cursos de formação de musicoterapeutas na Argentina e nos Estados Unidos. 
O primeiro curso acadêmico de formação de musicoterapeutas surgiu em 1946 na Universidade de Kansas e em 1950 fundou-se a Associação Nacional de Musicoterapia.
Desde então, a musicoterapia tem sido difundida no mundo. No Brasil, os primeiros musicoterapeutas surgiram na década de setenta, como uma especialização, na Faculdade de Educação Musical no Paraná, conhecida hoje como Faculdade de Artes do Paraná e em 1972, iniciou-se o primeiro curso de graduação em Musicoterapia, no Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro.
 Através de pesquisas científicas e empíricas, comprova-se que, embora lentamente, a musicoterapia está conquistando seu espaço e mostra-se uma ferramenta eficaz tanto no tratamento como prevenção de diversas problemáticas.



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